Owen Farrell O pé de Pollard permitiu que Siya Kolisi realizasse o sonho de Mandela: África do Sul é campeã mundial de râguebi

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África do Sul partia como outsider mas foi um verdadeiro Golias frente a uma Inglaterra que não passou de David na final do Mundial de râguebi que coroou os Springboks como campeões (32-12).

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África do Sul conseguiu travar ataque inglês, foi somando pontos em penalidades e sentenciou a final com dois ensaios a acabar

AFP via Getty Images

África do Sul conseguiu travar ataque inglês, foi somando pontos em penalidades e sentenciou a final com dois ensaios a acabar

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Houve um pouco de tudo no Japão ao longo de mês e meio. Surpresas, como o triunfo dos nipónicos com a Irlanda. Um furacão. A febre do râguebi a invadir várias ruas e pontos de concentração de adeptos que até este ano pouco ou nada ligavam à modalidade. Jogos cancelados devido às condições climatéricas. A queda da Nova Zelândia, a melhor equipa do mundo que falhou a possibilidade de conseguir o primeiro tricampeonato. Seis semanas depois, o Mundial chegava ao fim com uma final que, até pela derrota inicial da África do Sul na fase de grupos, não era a mais aguardada mas que funcionou como prémio para dois conjuntos que, sendo melhores ou piores do que todos os restantes, tiveram uma grande virtude:nunca desvirtuaram a sua nova identidade de jogo.

Tanto ou mais do que uma trajetória de ascensão, Inglaterra e África do Sul fizeram ao longo dos últimos quatro anosum caminho de redenção.No caso do conjunto da Rosa, a deceção do Mundial de 2015, organizado em “casa” e onde não passaram sequer da fase de grupos perdendo com Gales e com a Austrália, motivou uma viragem quase radical com o australiano Eddie Jones no comando de um projeto que teve na exibição majestosa com a Nova Zelândia nas meias o seu ponto alto. No lado dos sul-africanos, depois da eliminação nos quartos de 2011 e da inglória derrota com osAll Blacksnas meias de 2015, um triunfo funcionaria como novo catarse num país do arco-irís em busca de um momento de glória como aquele que ficou imortalizado por Mandela em 1995 – isto depois de um período em 2017 onde chegou a não fazer parte sequer do top 10 dorankingmundial.

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— Rugby World Cup (@rugbyworldcup) November 2, 2019

No final,ganhou ooutsider, a África do Sul.Por força do pé direito de Pollard, o jogador de 25 anos que correu um dia o risco de perder o braço direito devido a uma infeção no ombro e que voltou a ser determinante pela eficácia nas tentativas aos postes tal como já tinha acontecido na meia-final com Gales. Por mérito de Siya Kolisi, o primeiro capitão negro dos sul-africanos que se tornou não só a referênc

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