Finn Russell Japão, a equipa que só baixa a cabeça para cantar o hino e mudou o país com uma bola oval

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Escócia ainda podia chegar aos quartos mas Japão confirmou surpresa do Mundial com novo triunfo (28-21) que vale acesso à fase seguinte e exemplo de como tudo pode mudar com um projeto – até um país.

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Japão nunca tinha chegado aos quartos de um Mundial mas em 2020 atingiu esse objetivo e só com vitórias (quatro)

Getty Images

Japão nunca tinha chegado aos quartos de um Mundial mas em 2020 atingiu esse objetivo e só com vitórias (quatro)

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Takefusa Kubo, o Lionel Messi nipónico que assinou pelo Real Madrid e causou problemas internos no Barcelona por ter “fugido”, foi o primeiro sinal. Hiroki Abe, da mesma geração e também ele com um talento especial, saiu do Kashima Antlers para os catalães pouco depois. Alguma coisa estava a mudar no futebol japonês, capaz de produzir e exportar talentos para chegarem à Europa e cumprirem aí o último estágio de uma carreira com o objetivo final de reforçarem a seleção. Kubo e Abe foram dois dos rostos doprojeto desenhado no final dos anos 90 que começam agora a dar frutos.Próximo objetivo? Ganhar o Campeonato do Mundo de 2050.

The moment Japan made history #JPNVSCO #RWC2019 pic.twitter.com/4VSOTLQ703

— Rugby World Cup (@rugbyworldcup) October 13, 2019

À partida, esta ideia ou uma utopia estão ela por ela. Mas a ideia foi assumida em julho deste ano por Mitsuru Murai, presidente da J-League, no “World Football Summit” em Kuala Lumpur. E com mais explicações para o projeto a longo prazo montado: criar uma competição doméstica capaz de rivalizar com as melhores ligas europeias até 2030, ter um sistema de distribuição de receitas televisivas que coloque c

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